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Só falta uma resposta...

O meu pedido de informações relativamente ao ambiente foi reencaminhado a 3 instituições do Governo de Macau: Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM), Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes (DSSOPT) e Conselho do Ambiente (CA).

Como não enviou a resposta que lhe competia, ao fim de 30 dias, de acordo com a carta de qualidade, a pergunta foi reenviada pelo CAIP à DSSOPT.
Aguardamos!

Aqui está a resposta ao pedido de informações! (II)

Parte 2 - Conselho do Ambiente

Relativamente à questão que colocou neste Centro, levamos ao conhecimento de V.Exa. a tradução para português, feita por este Centro, da resposta em chinês que recebemos do Conselho do Ambiente em 08.06.2007:

…este Conselho do Ambiente efectuou dois estudos no ano 2002 sobre a poluição atmosférica provocada pela emissão de gases poluentes dos veículos. Actualmente, tendo em consideração a importação de novos motociclos e ciclomotores, está a elaborar um projecto de diploma sobre a definição do limite de emissão de gases poluentes dos veículos. Em relação aos estudos e procedimentos legislativos acima referidos, sugerimos que consultem o Relatório do Estado Ambiente de Macau que consta no website:
http://www.ambiente.gov.mo/portugues/05/.
Centro de Atendimento e Informação ao Público

Just dropped my questions in the portal of Macau Government.

Deixei as minhas questões aqui.

Bom dia,
Gostaria de indagar junto de vós se existe algum plano para a introdução de autocarros movidos a electricidade em Macau. É uma iniciativa já visível em muitas cidades do mundo e visa acompanhar o desenvolvimento sustentável das cidades e promover uma melhoria na qualidade do ar.
Gostaria igualmente de perguntar quais são as perspectivas e planos de melhoria da qualidade do ar e redução da poluição que existem para Macau, face ao aumento exacerbado do número de carros e motas em Macau.
Uma última questão, gostaria ainda de saber qual a legislação aplicável para a emissão de gases poluentes dos veículos automobilizados visto haver centenas de carros, motas e autocarros que à vista de todos emitem do tubo de escape um desagradável fumo preto, que julgo resultar de falta de vistoria e avarias e que aparentemente sobre eles não há qualquer controlo ou medidas no sentido de serem multados ou forçados a resolverem o problema.
Agradeço e aguardo a vossa resposta.

Atenciosamente,
T.F.

Ficaremos à espera da resposta!

Do you drive a car?

Someone reading my posts in this blog asked me if I drive a car to assess my genuine commitment to environmental protection issues. Yes, I do drive a gasoline car, and yes, I am concerned with environmental degradation issues. If I could choose a public means of transportation to serve my needs, I would give up having a car. The problem is that currently in Macau – the city where I live in – cannot provide me with an efficient public transportation fulfilling my needs which I am sure to be common to many of my neighbours. There is only one public bus route going from my residential area to my son’s school and my work place, and buses on this route are also in reduced number.
This illustrates how public policies can in fact shape our behavior and determine its impact on the environment. Therefore, it is not surprising that Macau is one of the world cities with the highest per capita number of motor vehicles. If people are given good and efficient public transportation means, or if there were non-polluting cars at affordable prices in the market, there should be an improvement in the air quality and a reduction of carbon dioxide emissions, and hence on climate change.
There is also a difference between being in favor of a sustainable human development and supporting the environment and nature protection at any cost. I support the first one. Men can no longer afford to leave large amounts of resources and lands of nature untouched, but can choose to minimize the damages caused by its continuous development and population growth. That is the challenge of pursuing the so-called policies of sustainable development: allowing humans to develop while preserving and reducing risks of nature destruction and depletion of its resources.